Arquivo do mês: novembro 2010

AIDS

Ontem eu estava fazendo umas pesquisas sobre portadores do HIV e achei um site muito legal, do Comitê de AIDS de Toronto: http://www.actoronto.org/home.nsf/pages/mediaguide . Ele ensina formas corretas de nos referirmos a portadores da doença, grupos de risco, viciados em drogas etc. em inglês. Por exemplo, descobri que é depreciativo dizer “HIV carrier” para portador do HIV. O melhor seria “person with HIV”. E eles também não recomendam o termo “prostitute” para prostituta, mas “sex worker” (algo como profissional do sexo).

Fica a dica para quem trabalha com tradução e não quer ofender ninguém ou pagar mico. 😉

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Tradutor ou intérprete?

Estava pensando dia desses se ainda estivesse naquela fase de me encontrar, de escolher uma profissão. O que eu gostaria que me dissessem honestamente sobre a carreira de tradutora? Acho que uma das coisas seria: ou você é tradutor, ou intérprete, mas não necessariamente as duas coisas. As pessoas têm uma mania de achar que é o mesmo! Eu sou tradutora, não intérprete. Isso não significa que não sei falar os idiomas com os quais trabalho. A questão é que talvez uma carreira ou a outra seja subestimada, entende? Uma pessoa não pode ser apenas tradutora ou somente intérprete, porque é insuficiente. Não acho. Parece que não se percebe que tanto uma quanto outra necessita de preparação, estudo, prática.

Assumo: não gosto de verter ou traduzir simultânea ou consecutivamente qualquer coisa. Faço-o no máximo para meus pais ou alguém com quem esteja na hora e que não conheça o idioma.

Portanto, se você está entrando na área, fique tranquilo. Existe alguma pressão para ser os dois, as pessoas vão achar óbvia a ligação entre traduzir e interpretar. Mas escolha um. Ou os dois. Mas escolha. E assuma.

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